Analogia do
que parece ser, concentrado do que já foi, merda, mais uma vez vou ter que
ouvir e não ter nada para falar, obscuridão, trevas que me apoiam em um
movimento similar a desestrutura panorâmica da vida.
Oh vida cruel! Vida sarcástica, nos obrigando a
conhecer o surreal, conhecendo o imortal, vagando em noites sombrias, pavorosa
vida, pavoroso desespero, o macabro é fúnebre, imortal como nunca deveria ser,
associando o medíocre gosto da vingança e provando lentamente o gosto algoz do
imortal.
Fabrício Oliveira

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